Meu Diário
28/10/2005 10h02
Pedido
Mãe me ajuda, por favor, em minha viagem ao paranà!
Abençoe a minha partida, a minha chegada!
Que seja feliz a minha estada!
Abençoai a todos que encotrarei nesta estada, e sendo feito o melhor a todos nós, agradeço...
Agradeço a Deus e a vos, minha Mãe Bem Aventurada.

Publicado por Edvaldo Rosa em 28/10/2005 às 10h02
 
12/10/2005 12h41
Votos de felicidades
Mensagem recebida da amiga Brisa, repasso com carinho:



As pessoas são pesadas demais
Para serem levadas nos ombros
Leve-as no Coração.


Que nossa senhora derrame sobre todos a sua proteção,
Salve 12/10/2005


beijos enormes,carinho

brisa®

Publicado por Edvaldo Rosa em 12/10/2005 às 12h41
 
30/09/2005 22h10
Um beijo molhadíssimo de carinho...
Caro Edvaldo, achei muito bonito a apresentação do seu trabalho. Dígna
de um poeta de bom gosto. Acreditar no próprio trabalho é o primeiro
passo para um grande poeta. Só escrevendo muito e errando muito é que se
aprende. Tornei-me poeta vivenciando a poesia no dia-a-dia; fazendo
dela um meio de vida. Dê o seu sangue por ela e com certeza você terá uma
recompensa grandiosa. O Brasil tem muitos poetas, mas quase ninguém
consegue publicar, porque é caro a confecção de livros e não tem mercado.
Parabens e muita sorte nesse caminho tortuoso.
Um beijo molhadíssimo de carinho no seu coração.
Santiago Dias

Publicado por Edvaldo Rosa em 30/09/2005 às 22h10
 
30/09/2005 21h16
Convite
Convite recebido por email feito pela Câmara de Cultura Antonino Assumpção




Sarau faça pARTE

dia 08 de outubro (sábado) – 20h


Câmara de Cultura Antonino Assumpção
Rua Marechal Deodoro, 1.325 - Centro
São Bernardo do Campo – SP
F: 4125-0054
entrada franca


--------------------------------------------------------------------------------


O que é o sarau faça parte?

São encontros mensais abertos para artistas de diversas linguagens (poesia ou prosa literária, música, teatro, dança e circo). O público poderá assistir ou participar através de inscrições realizadas no dia do evento, a partir das 19h30, respeitando-se a ordem de chegada.

ApagarResponderEncaminharSpamTransferir

Publicado por Edvaldo Rosa em 30/09/2005 às 21h16
 
29/09/2005 21h34
Divulgação: Revista OROBORO
Email recebido em 27/09/2005 de:


Assunto: Divulgação: Revista OROBORO
Câmara_de_Cultura_Antonino_Assumpção





Sent: Saturday, September 17, 2005 4:44 PM
_______________________________________

Jornal do Brasil – Caderno Idéias



Para caber o que pensar

Revista 'Oroboro' representa o Mercosul literário

Carlos Augusto Lima

Morder o próprio rabo é coisa, termo, idéia, gesto dos mais pejorativos, perigosos. Rabo, em si, já faz das suas para o que é de pior e riso. Morder o próprio é tolo. Movimento de ganância ou estultice? Atiramos pedras aos que mordem o próprio rabo. Isso é desvario e besteira pras bandas de cá. Pois os antigos, os místicos, não. Pois uma das figuras mais curiosas do simbolismo ancestral, principalmente alquímico, é o da serpente (ou dragão) que engole a si e opera um processo de contínua e dinâmica transformação. ''Meu fim é meu começo'', diz de si e, daí, a idéia do circular, do que não finda, mas, move-se num sentido e tornar-se uma outra coisa: sempre.

Nesse sentido bonito de transformação, que é próprio da vida e das coisas do mundo, apareceu Oroboro (Iluminuras), agora revista, editada pelo incansável Ricardo Corona, poeta, músico, artista gráfico, homem de multi-meios e articulações que, na década de 90 publicara outra revista não menos interessante, com o não menos interessante e sugestivo nome de Medusa. Quem lembra? Outro ícone, símbolo que faz das suas a usar das serpes, perigosas comas móveis. Oroboro é tentativa de encontro, esbarros, cruzamentos. Poesia, artes gráficas, narrativa, fotografia, quadrinhos, interferências, interdições. Cultura? Mapeamento de alguma substância criativa de arte que se produz hoje, com um alargamento de fronteiras. Estas mesmas, geográficas, geológicas, ilógicas. Para quem acredita nelas. O ponto de partida é Curitiba e, a partir daí cruzar as margens de baixo e buscar na literatura e cultura recente dos países próximos, daquilo, principalmente, o que se inventou chamar Mercosul, se lhe vale o termo. Literatura e cultura recente da Argentina, Uruguai e extensões latinas, ibéricas. Além claro, de um olhar pra cima, no eixo comum, Rio-São Paulo, e mais, mais ainda do que ver nesse país longe, coisas de Norte, de Nordeste, de Centro-Oeste, também, no que é possível e necessário. Ou seja, um respiro.

Oroboro tem apegos com uma visualidade elaborada e de cuidado, das mãos da artista plástica-gráfica Eliana Borges, responsável por pensar a revista graficamente, que coloca o que se vê numa dimensão saudável para o que é leitura, percepção, sem afetações, exageros. Aproveitamento de espaços (ou carências de), deixas para que sejam também horizontes de experimento. E como bem diz um caro amigo: a vida pode ser mais bonita em branco e preto. Oroboro faz isso funcionar.

Mais uma revista? Como mais uma? Publicar revista é sempre mais, urgente, preenchimento de carências extremas de um país de extremos, ruminante, dos desvarios com o poder, do deslumbre com o mídia, o médio. Empreitada duríssima, mas urgente. Lugares de passagem, diálogos, canais de sintonias, discursos e entraves, as revistas são locais dos ritos iniciantes de escritas e mostras de trabalhos. Efêmeras, inconstantes, rotativas, que sejam, mas que permaneçam como possibilidade, como discussão, ou simplesmente que sobrem, sumam, transformem-se. Que mordam o próprio rabo.

Oroboro tem vida curta. Oito números pensados e projetados. Agora, o mais recente, o quinto. Interessante uma revista pensada já na sua finitude, no seu limite, com a idéia de não durar, mesmo. O que virá depois? Saberá? Quem saberá?

Carlos Augusto Lima é autor de Objetos (Alpharrábios Edições, 2002) e Eu me satisfaço com a minha casa e o deserto (no prelo).

Publicado por Edvaldo Rosa em 29/09/2005 às 21h34



Página 7 de 10 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 [«anterior] [próxima»]